Mas é preciso ter cuidado para não confundir “ser sério” com “ser aborrecido”. Na tentativa de demonstrar seriedade muitos profissionais mantêm o semblante fechado, o que acaba lhes conferindo o título de “os ranzinzas”.
Não é preciso ter uma “cara fechada” para mostrar-se sério.
Adotar o sorriso como ferramenta de trabalho torna nosso cotidiano mais leve, mais fácil, mais prazeroso. O bom-humor deixa o trabalho mais colorido, e o melhor, contagia a todos.
Se existe um aspecto do qual eu não abro mão no momento de contratar alguém este aspecto é o bom-humor. Não abro mão de gente bem-humorada. Acredito que uma equipe composta por pessoas bem-humoradas é uma equipe mais produtiva, pois a alegria nos deixa mais criativos, mais tolerantes, mais colaborativos e mais eficazes.
Penso que é preciso saber rir das próprias falhas, das situações complicadas, dos momentos dificeis e das besteiras que às vezes pronunciamos.
Eu posso dizer que trabalho com pessoas que possuem um humor da melhor qualidade. Já perdi a conta das vezes em nos entreolhamos e caímos na risada no auge de um problema. Daí mudou tudo! Com um clima mais leve conseguimos pensar na solução. Isso sem falar das tardes de cantoria (acreditamos que cantamos bem) e do mural com as “pérolas do mês”?
Meu irmão predileto (o único) diz uma frase que é a sua marca: “a vida só dá uma safra!”. Pense nisso. Adote um sorriso genuíno e procure se feliz no trabalho! Você vai ver como as coisas ficam mais fáceis, e as pessoas mais receptivas.
©2007 Daniela Guimarães
www.danielaguimaraes.com
Sobre o Autor
Graduada em Gestão de Recursos Humanos, especialista em Educação a Distância e Gestão de Pessoas, atua como analista de RH em uma instituição financeira de Belo Horizonte (MG), consultora organizacional e instrutora de treinamentos.