segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Meu cliente quer saber o que tem pra fazer "lá" e agora?
Por exemplo, se seu cliente quer conhecer Morro de São Paulo, você corre ao site clica em viagens nacionais, outros destinos, Morro de São Paulo e abrirá uma página com informações sobre o local, preços...vale à pena conferir mais a fundo e estar sempre preparado para atender bem e rapidamente ao seu cliente.
domingo, 13 de janeiro de 2008
Conversor de Moedas
www.valoronline.com.br/CMACurrencyConverter.aspx
Como descobrir o Código dos Aeroeportos
No sistema de código ICAO os aeroportos brasileiros receberam as letras iniciais SB.
Visitando alguns sites a procura de links que possam ajudar ao futuros e atuais consultores de viagens encontrei uma forma de descobri o código do aeroporto que você deseja encontrar:www.crashpads.com/airport_codes/index.cfm
Segue uma explicação de como utilizar esse link:
Atlas OSB
Como encontrar o c�digo do aeroporto?
Clicar no link abaixo para encontrar o c�digo do aeroporto que deseja.>>> C�digo do aeroporto mais pr�ximo <<< src="http://www.osb-international.info/images/help_airport_code_form.gif" title="web form" alt="web form" style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170);" height="237" width="400">
Clique em "Submit Query" e aparecer� uma p�gina com o resultado da busca. O c�digo do aeroporto � aquele da esquerda na coluna "Domicile". Para encontrar qualquer mosteiro pr�ximo desse aeroporto coloque este c�digo no campo "c�digo do aeroporto mais pr�ximo" ao procurar um mosteiro no ATLAS OSB.
Como atender bem seu cliente?
Já passou o tempo em que bastava fazer um produto ou serviço e colocá-lo no mercado para que os clientes aparecessem. De uma concepção baseada no produto, passou-se a uma orientação para o cliente.
Saber o que querem os clientes a qualquer hora, quais as suas preferências e os seus gostos são questões fundamentais para qualquer administrador. Atender bem ao cliente não é mais simplesmente recepcioná-lo dentro do estabelecimento, não é mais ser cordial ao telefone, ou responder de imediato o seu e-mail. Atender bem ao cliente é poder antecipar-se às suas necessidades.
É captar sua voz. Esta é a fase inicial de todo o processo de atendimento. Baseia-se na idéia de que é necessário ir falar com os clientes. Não basta apenas proceder aos estudos analíticos, é também preciso visitar quem, de fato, vai, ou está utilizando os produtos ou serviços. Assim, devem-se organizar as visitas que serão feitas aos clientes e realizar as entrevistas que vão fornecer a informação essencial. Uma etapa preliminar importante consiste em gerar, nos colaboradores da empresa, uma atitude de escuta aos clientes. Este primeiro passo pode-se dividir em quatro etapas:
- Definir os clientes a serem contatados. Os dados a serem coletados não são quantitativos, mas sim qualitativos. Assim, escolher as pessoas certas é mais importante do que arranjar um grande número de clientes. Normalmente, bastarão de 12 a 20 pessoas para recolher cerca de 80% da informação mais importante. Por outro lado, estes clientes devem ser representativos de diferentes segmentos de mercado e ter posicionamento face ao produto (satisfeitos; insatisfeitos; perdidos).
- Organizar a visita. Antes de começar, é necessário ter bem claro quais são os objetivos que se pretendem. Podem ser, em relação ao mercado, conhecer as expectativas dos clientes, recolher informação sobre a concorrência, acentuar o esforço de centragem no cliente. Ou estas ações podem ter como objetivo compreender como são utilizados os produtos, como funciona a distribuição, quais os mecanismos de decisão por parte do cliente e quais os elementos que levam à fidelização do cliente.
- É também preciso não esquecer o ponto essencial da escolha e formação dos entrevistadores. Estes devem ser colaboradores da empresa, não necessariamente da área do marketing, e ser bons ouvintes.
- Conduzir a entrevista significa que o entrevistador não deve guiar-se por um procedimento demasiado rígido, mas manter o espírito aberto, coletar um máximo de informação, mesmo que não diretamente relacionada, aproveitar a sorte e também confiar na intuição. É importante recordar que a empresa não pretende tanto informações quantitativas, mas sim qualitativas. A conversa deve, portanto ser orientada nesse sentido e ser cordial. O papel do entrevistador não é contradizer o cliente, mesmo que este não tenha razão, nem vender o produto, nem interrogar o cliente. É uma simples coleta de informações.
- Transcrever a informação recolhida, já que uma vez efetuadas as entrevistas, é necessário arrumar e fazer a triagem da informação, o que se faz escrevendo em etiquetas todas as frases verbalizadas pelo cliente, desenhar as imagens descritas pelos clientes (esta fase permite identificar quais foram as idéias-chave mais importantes e selecioná-las), construir um diagrama estruturado representando a voz dos clientes.
- Identificar as expectativas dos clientes, pois o importante é transformar a voz dos clientes, coletada através das entrevistas, em expectativas desses mesmos clientes. É necessário traduzir os desejos e opiniões desiguais dos clientes contatados em linguagem útil para a empresa. É preciso transformar as vozes dos clientes em necessidades e expectativas precisas, selecionar as mais significativas e apresentá-las.
- Analisar qualitativamente as expectativas dos clientes. Uma vez que foi efetuada a transposição das afirmações dos clientes em expectativas concretas, é tempo de analisá-las. Para isto, cria-se uma série de indicadores. Estes têm por objetivo identificar quais são as funções dos produtos ou serviços a que os clientes dão mais valor ou importância, podendo considerá-las obrigatórias, atraentes ou indiferentes.
A empresa dispõe, neste momento, de todos os elementos que necessita para tomar as decisões estratégicas, um conjunto de expectativas dos clientes e os indicadores que caracterizam essas expectativas.
Compreendendo as expectativas do cliente, o próximo passo é usar estas informações para concretizar o atendimento, ou seja, partir para a ação. Ação significa o atendimento propriamente dito.
Para que isso se torne efetivo, temos que levar em consideração alguns requisitos, informações e posturas muito importantes. Seguem algumas regras básicas:
- Respeito humano: é importante termos sempre em mente que o outro, assim como nós, tem muitas qualidades e defeitos e que cada um de nós possui sentimentos e que nos guiamos por escala de valores diferentes. Por isso: "Trate o outro como ele gostaria de ser tratado!".
- Interesse pelas pessoas: por mais diferentes que possamos ser, queremos que se interessem por nós, e por nossos problemas. "Para os outros a nossa vida pode parecer uma comédia, mas para nós que a sentimos, é uma tragédia".
- Ouça com atenção e interesse: as pessoas precisam de tempo para falar sobre si mesmas, seus interesses e problemas. Portanto precisamos ouvir com atenção, interesse e respeito.
- Nunca queira ser o dono da verdade: por mais que possamos conhecer sobre um assunto, mesmo que vivamos 1000 anos, ainda assim haverá muitos aspectos com relação a ele que desconhecemos, sempre haverá algo mais a aprender, uma maneira diferente de ver, portanto nunca se considere o único capaz, ou correto.
- A primeira impressão é a que conta: portanto não seja agressivo, ofensivo, descortês, lembre-se: "O cliente satisfeito sempre volta". Se o primeiro contato for alegre, cordial, cortês, esta será a impressão que deixaremos para o outro. Porém se num outro contato formos grosseiros, mal-educados, sem dúvida toda aquela primeira impressão será apagada e substituída por essa nova.
Ainda tem mais. Ao receber o cliente:
- Faça perguntas para descobrir problemas, desejos e necessidades do cliente. Mas faça perguntas abertas e não perguntas que levem a um "sim" ou "não".
- Ouça com atenção para identificar oportunidades de servir o cliente. Temos que dar tempo às pessoas para que elas possam nos informar sobre elas mesmas, seus interesses e problemas. Portanto, devemos saber ouvir com atenção e interesse.
Para que seu atendimento se destaque dos demais faça algo extra e preocupe-se com o problema e se interesse em ajudar as pessoas! Faça sempre tudo que puder!
Finalizando, para atender bem ao seu cliente, a sua empresa precisa ser orientado para o serviço, manter estreito relacionamento com o cliente, mostrar valor ao cliente, integrar em tempo real as informações da empresa e ter um canal de comunicação fácil de usar e acessar.
http://www.sebraesp.com.br/principal/melhorando%20seu%20neg%C3%B3cio/orienta%C3%A7%C3%B5es/marketing/relacionamento/atenderbemcliente.aspx
Seja Profissional
Estamos vivendo a "era da informação, da velocidade e da orientação para resultados". Muitas vezes, ficamos atônitos com a rapidez com que as mudanças acontecem. Já não basta mais sermos especialistas em informática. Precisamos "entender do negócio", senão como poderemos aplicar nossos conhecimentos em benefício da empresa, ou em outras palavras: gerar resultados.
Muitos consultores e autores bem-sucedidos de livros de negócios e carreira dizem que estamos vivendo a era dos multi-especialistas. Precisamos entender de muitos assuntos: administração, finanças, informática, outros idiomas, pessoas (esta talvez seja a aptidão mais importante e mais difícil), trabalho em equipe, etc.
Como dominar tantas competências e, ao mesmo, tempo conciliar família, amigos, atividades físicas e a pressão da empresa por resultados cada vez melhores e em menor tempo? Com certeza não é fácil, mas é possível crescer profissionalmente e, principalmente, com ética, sem abrir mão de uma vida pessoal com qualidade.
Conhecimentos são e sempre serão indispensáveis
Lembra do tempo em que era só pegar o diploma, esperar uma proposta de emprego, trabalhar por "uns trinta anos" na mesma empresa e se aposentar? Essa época simplesmente acabou. Hoje temos que nos manter em um estado de aprendizagem contínuo. Educação e aprendizagem não é algo que tem data para terminar em um momento determinado, como logo após a faculdade ou uma pós-graduação. Para que o profissional possa manter-se no mercado é necessário estudar sempre, mantendo-se atualizado com as mudanças tecnológicas, aprendendo a utilizar as novas ferramentas, aprimorando o conhecimento de outros idiomas e assuntos.
Precisamos conhecer uma infinidade de assuntos, dentro os quais poderia destacar os seguintes: conhecimentos sobre finanças e investimentos, noções básicas sobre contabilidade e economia, matemática financeira, um ou mais idiomas estrangeiros; preferencialmente inglês e espanhol, bom domínio da gramática e das técnicas de redação, administração, marketing, gerência de projetos, trabalho em equipe e orientação para resultados.
Somente o estudo eficaz e continuado é capaz de garantir o domínio de tantos assuntos. Por isso devemos nos preocupar, em primeiro lugar, em melhorar o nosso rendimento nos estudos.
Aliás, o princípio de educação pela vida inteira não é nenhuma novidade dos tempos modernos. Os gregos já defendiam um modelo de educação conhecido como "paideia", em que um dos pilares deste modelo era uma educação diferenciada e continuada, mesmo após a idade adulta. Em resumo: educação e estudo por toda a vida.
O primeiro dilema: mais estudo demanda mais tempo
Para exemplificar o dilema de arranjar tempo para estudar tudo o que julgamos necessário ou "que nos dizem" ser necessário, vou utilizar o exemplo da pessoa que eu melhor conheço neste mundo: "eu".
Em primeiro lugar, temos que entender que não dá para estudar tudo o que achamos que é importante ou nos dizem (jornais, revistas e sites da moda) ser indispensável para uma carreira de sucesso. Devemos ser capazes de definir prioridades e seguí-las à risca.
Durante muito tempo comprei muito mais livros do que poderia ler. Cheguei a ter mais de 30 livros esperando na fila. Constantemente, me preocupava pelo fato de não conseguir ler e estudar todos os assuntos que eu julgava importantes. Uma simples pausa para assistir a um jogo de futebol na televisão era motivo para consciência pesada por não ter aproveitado melhor meu tempo. Onde é que já se viu perder um jogo do Grêmio?
Neste período, acabei me afastando dos amigos, da família e até minha esposa queixava-se, com a mais absoluta razão, de que eu quase não ficava com ela. Muitas vezes eu me preocupava mais em ler um livro, do que em fazer uma análise sobre seu conteúdo e sobre o valor daquela leitura para mim como ser humano e para a minha carreira. O importante era diminuir a fila de livros não lidos, mesmo que isso significasse cada vez menos horas de sono, de lazer e de atividades físicas. Pouco importava se minha qualidade de vida estava péssima e piorando dia-a-dia.
Talvez o amigo leitor jamais tenha chegado a esse ponto, mas não é difícil concluir que não dá pra estudar tudo. O simples fato de o estudo ter se tornado uma carga muito pesada, mais uma obrigação do que um prazer, fez com que meu rendimento e meu humor descessem a níveis preocupantes.
Não dá para aprender tudo ao mesmo tempo: Windows XP, Windows 2000, Linux, Novell, UNIX, VB, Delphi, Java, JavaScript, ASP, ASP.NET, C, C++, C#, XML, segurança, finanças, economia, administração, fazer um MBA, uma pós... E, se você ainda estiver vivo, quem sabe, uma cirurgia de ponte de safena.
Estudo e aperfeiçoamento contínuos são fundamentais sim, porém de forma organizada e, principalmente, planejada. O foco deve estar na aplicação dos conhecimentos adquiridos. Jamais no conhecimento por si só. Jamais se esqueça dos seguintes princípios básicos: definição de prioridades e foco na aplicação dos conhecimentos.
Parece e é o óbvio. Se cada vez temos mais assuntos para estudar, mais aptidões para desenvolver e menos tempo para tudo isso é fundamental que formemos uma base bem sólida para enfrentar os desafios atuais e os que ainda estão por vir. Como "base sólida", considero o domínio de algumas técnicas vitais para que o profissional possa manter o seu desempenho em níveis sempre elevados. Vamos falar um pouco sobre alguns tópicos que considero vitais:
Administração do tempo – Saber administrar de maneira racional o "escasso" tempo que dispomos é de fundamental importância. Muitas pessoas queixam-se de que não tem tempo para nada, mas se observarmos com mais atenção veremos que mesmo que o dia tivesse as "tão sonhadas 48 horas", essas pessoas não conseguiriam concluir as suas tarefas, pelo simples motivo de que não administram corretamente o tempo. Estamos sem controle do nosso tempo quando acumulamos mais informações do que podemos absorver, quando trabalhamos de olho no relógio, querendo cumprir uma carga de trabalho irreal, quando levamos uma vida sedentária com a desculpa que não temos tempo para praticar uma atividade física ou quando enchemos nossa agenda com atividades e compromissos.
Serás organizado e não procrastinarás – Não é um mandamento mas deve ser encarado como tal. Sabe aquele história que: "na minha bagunça eu me acho"? O profissional dos dias atuais tem que ser organizado, quer seja no trabalho, quer seja na sua vida pessoal. No final de cada ano fazer um planejamento para o ano seguinte não faz mal a ninguém. No planejamento é importante incluir quais os novos conhecimentos você deseja adquirir, as novas aptidões que deseja desenvolver e, principalmente, quais os objetivos deseja alcançar. Parece incrível, mas muitas pessoas, no meio da correria, não tem a noção exata de quais são seus objetivos. Como diz um ditado oriental: "de que adianta correr se você está no caminho errado"? Outra "praga", que deve ser combatida com veemência é a procrastinação, o popular "empurrar com a barriga". Deixar para depois, começar amanhã ou quem sabe na semana que vem? Nada disso. Quanto antes iniciarmos nossas tarefas, com mais tranqüilidade e qualidade poderemos completá-las, sem apuros e improvisações.
Trabalho em equipe e delegação de tarefas – Você é admitido na empresa e é mais do que normal que no seu primeiro emprego, seja alocado para realizar algumas tarefas operacionais. Mas como todo mundo, você quer evoluir, crescer, ser promovido. É natural que venha a ocupar, com o passar do tempo, um cargo de gerência. Quem sabe um dia será diretor, depois vice-presidente e, por que não, presidente. Não importa o cargo que você ocupa, é fundamental que saiba trabalhar em equipe, em outras palavras: "colaboração e cooperação". Isso não significa que não deva existir competição, porém em doses saudáveis. Mas o fato é que somente o trabalho em equipe é capaz de obter os resultados exigidos atualmente. Pela milionésima vez vou citar o exemplo do time de futebol formado por onze craques, porém sem espírito de equipe, onde cada um quer aparecer mais do que o outro. Com certeza este time será derrotado por uma equipe formada por onze jogadores medianos, porém com forte espírito de equipe, onde todos colaboram na busca de um objetivo comum. Na medida em que você vai ocupando cargos com características mais gerenciais do que operacionais a delegação de tarefas torna-se um instrumento indispensável. Se você chefia uma equipe é fundamental que confie nela. Com isso é possível delegar tarefas e manter um nível de acompanhamento racional; pois de nada adianta delegar uma tarefa e depois acompanhar, passo-a-passo a execução.
Não basta ser competente, os outros tem que saber que você é competente – É importante que as pessoas saibam que você é um profissional competente, ético e em que assuntos você pode ser considerado uma referência. Não é uma questão de ser metido ou se achar o máximo. Devemos cuidar da nossa carreira da mesma maneira que cuidamos de uma empresa. Tom Peters, defende que o profissional deve cuidar da divulgação do seu talento e habilidades, como se estivesse fazendo a divulgação do produto de uma empresa. Peters ainda defende a idéia que devemos cuidar desde os aspectos básicos com uma boa aparência, boa educação até questões mais avançadas como fazer uma auto-avaliação do tipo: "qual o valor da marca – seu nome – para o mercado de trabalho". A idéia básica é que você torne-se um profissional que as empresas necessitem e que seja capaz de fazer o seu marketing pessoal com eficiência. Outra palavra que está bastante em moda é "netwoking". Esta palavra é utilizada para fazer referência à nossa rede de relacionamentos. Diversos autores são unânimes em afirmar que não devemos nos descuidar da nossa rede de relacionamentos. De preferência devemos ampliá-la para incluir contato com profissionais das mais diversas áreas. Manter nossa lista de telefones e endereços de e-mail em dia é de fundamental importância. Muitas vezes uma oportunidade surge na empresa onde um dos seus contatos/ amigos está trabalhando. É natural e ético que o seu contato/amigo indique você para ocupar a vaga. Existem empresas que dão prêmios em dinheiro, para funcionários que indicam conhecidos que sejam aprovados e admitidos para ocupar uma vaga na empresa. A simples indicação não garante o emprego, pois o candidato deverá passar pelo processo de avaliação da empresa. Além disso, se você não for competente, o seu amigo/contato não irá indicá-lo, pois ele não quer ser responsável pela admissão de uma pessoa sem as competências exigidas pela empresa.
É hora de construir uma carreira de sucesso
Agora que você já conhece os fundamentos necessários para criar uma carreira de sucesso, tais como administrar bem o tempo e a sua lista de contatos, ser organizado e ter objetivos bem claros, é hora de construir uma carreira sólida e de sucesso.
Parece óbvio, mas devo reforçar a idéia de que o profissional de TI, quer seja em nível operacional, gerencial ou executivo, deve ter sólidos conhecimentos técnicos. Um ponto importante a destacar é que "conhecimentos técnicos" significa o domínio de algumas tecnologias essenciais e não, necessariamente, de produtos específicos. Este é um erro que tenho observado, inclusive, em diversos cursos universitários para a formação de profissionais de TI, ou seja, ao invés de ensinar tecnologia, ensinam a utilizar determinados produtos. Claro que existem alguns produtos específicos que, devido a grande aceitação pelo mercado, devem ser dominados pelo profissional de TI. A seguir coloco uma lista das tecnologias e alguns produtos específicos que considero essenciais que o profissional domine:
•Sistemas operacionais, principalmente Windows (9x, 2000, NT e XP), Linux e UNIX. •Redes de computadores (conceitos, arquiteturas, dispositivos de hardware, etc.). •TCP-IP e tecnologias relacionadas. •Orientação a objetos. •Princípios de análise e projeto de software. •Segurança (criptografia, firewall, gerenciamento, VPN, PKI, certificados digitais, etc.). •Banco de dados (modelo relacional, administração, integração com a Web, etc.). •Gerência de projetos. •No mínimo uma ferramenta/linguagem de desenvolvimento. •Internet (arquitetura, utilização, modelo de desenvolvimento para Web em três ou mais camadas).
Pode parecer muita coisa, mas o domínio destes assuntos segue uma ordem natural e até intuitiva, mesmo nos atuais dias de correria. A maioria dos profissionais de TI iniciou sua carreira aprendendo a utilizar um sistema operacional. Em seguida, muito provavelmente, passou a estudar os princípios básicos de lógica de programação e uma linguagem para testar os conceitos aprendidos. Em seguida, chegou o momento de aprender a utilizar algumas ferramentas, como por exemplo um redator de textos e uma planilha de cálculos. E assim os conhecimentos vão sendo adquiridos um a um. O problema está na velocidade com que novas tecnologias e produtos são lançados. Recém estamos nos sentindo "confortáveis" com o Windows 2000 e já vem a Microsoft com o Windows XP e, no ano que vem, com a nova versão do Windows para servidores (por enquanto chamada de Whistler, na versão Beta). Não adianta nos queixarmos, a atitude correta é nos adaptarmos.
No início da Revolução Industrial, quando foram criados os primeiros teares, muitos empregados ficaram revoltados, com medo de perder o emprego. Outros procuraram entender a mudança, aprendendo a operar as novas máquinas. Estes últimos souberam se adaptar a uma situação de mudança e mantiveram seus empregos. Penso que atitude correta é exatamente esta, ou seja, o profissional de TI precisa adaptar-se ao ritmo em que vivemos. É simplesmente uma questão de adaptar-se ou ficar para trás. Aqui quero mais uma vez tocar no ponto central, o qual me levou a escrever este artigo: "é possível acompanhar o ritmo das mudanças, mantendo-se atualizado, sem perder em qualidade de vida e convívio com a família e os amigos".
Um aspecto bastante valorizado pelas empresas são as certificações oficiais. Cada empresa tem o seu próprio programa de certificação. Por exemplo, a certificação mais valorizada da Microsoft é o título de MCSE – Microsoft Certified Systems Engineer. As certificações da Cisco, IBM, Sun e Oracle também são bastante valorizadas no mercado. A certificação serve como uma espécie de atestado, o qual é um indicativo das qualificações do profissional em um determinado produto ou tecnologia.
Aquele profissional que trabalhava exclusivamente fechado na sala de processamento de dados, sem um contato mais direto com o restante da empresa, apenas realizando tarefas estritamente técnicas, não existe mais. Hoje a empresa quer um profissional completo, ou seja, um ser humano completo.
A Tecnologia da Informação é fundamental como suporte para todas as atividades de uma empresa. Para que a TI possa atender as expectativas da empresa, dos funcionários e dos clientes, é fundamental que os profissionais de TI conheçam a empresa, os funcionários, os processos, os produtos, os clientes e o mercado. Em outras palavras: conhecer o negócio. Por isso que além dos conhecimentos técnicos são importantes os conhecimentos já citados anteriormente, tais como: finanças, administração, marketing, contabilidade, economia, etc.
A alma de uma empresa é formada por pessoas, idéias e objetivos claros e definidos. Para que as pessoas possam colocar suas idéias na busca de seus objetivos pessoais e na busca dos objetivos da empresa é fundamental que todos tenham boas capacidades de relacionamento. A empresa espera que o profissional seja ético, honesto, que tenha espírito de equipe. Neste ponto a alta direção e os executivos da empresa desempenham um papel fundamental na criação de um bom ambiente de trabalho. A empresa tem que saber que os funcionários não ajudarão a empresa a alcançar seus objetivos se a ela não ajudar o funcionário a realizar seus próprios sonhos. Um bom ambiente de trabalho inclui uma estrutura sem grandes burocracias com infinitos níveis hierárquicos que só atrapalham quem quer trabalhar; um ambiente onde a criatividade é sempre incentivada e não sufocada por normas sem sentido; uma política de remuneração justa e transparente; desafios constantes e direitos iguais para todos. São pequenas coisas que podem começar a minar o ambiente de trabalho. Pequenas regalias para a alta administração, ineficiência na comunicação interna, etc.
Dentro deste novo ambiente, o profissional deve ser capaz de se expressar com naturalidade e eficiência. O domínio da gramática e das técnicas de redação é fundamental, para que você possa expor suas idéias com clareza. Passamos uma parcela considerável do nosso tempo respondendo e-mails, elaborando memorandos, relatórios, notas técnicas e os mais variados tipos de documentos. O profissional que domina as técnicas de redação tem maiores chances de se destacar e ser lembrado para promoções. Além da comunicação escrita, também é de grande importância a habilidade para fazer apresentações, quer seja para um público interno (colegas de trabalho, chefes, etc.), quer seja para um público externo (clientes, fornecedores, etc.).
Todo este "arsenal" de conhecimentos e aptidões de nada adianta se você não for "orientado para resultados". Em outras palavras: a empresa não paga você para trabalhar oito horas ou para realizar determinadas tarefas; você é pago para obter resultados. Para que você possa obter os resultados esperados pela empresa, são fundamentais três "Cs": Conhecimento, Contribuição e Comprometimento. Sobre a importância dos conhecimentos e do trabalho em equipe (contribuição) já falamos. Mas tudo isso não adianta se você não estiver comprometido com suas idéias, projetos e objetivos, estes alinhados com os objetivos da empresa. Comprometer-se é buscar os resultados, dando o máximo de si. Quando um projeto está com problemas, se você não estiver comprometido com o sucesso do projeto, começará a buscar desculpas que justifiquem o "possível fracasso", ao invés de trabalhar intensamente na busca de soluções. O profissional dos dias atuais tem que estar comprometido com os objetivos da empresa e também com seus objetivos pessoais, a isso chamo de ética pessoal e profissional.
A vida não é somente trabalho
Leia esta pequena história:
Uma vez um mestre fez uma experiência com seus alunos. Pegou um vaso e encheu-o com pedras grandes. Depois, ergueu o vaso e perguntou aos alunos: o vaso está cheio?
A turma se dividiu, com alguns dizendo que sim e outros que não. O mestre então, pegou algumas pedras pequenas e colocou-as no vaso. As pedras pequenas se encaixaram entre as grandes, e o mestre ergueu o vaso, novamente, perguntando: o vaso está cheio?
Desta vez a maioria da turma respondeu que sim. O mestre, então, pegou um saco de areia e despejou dentro do vaso. Depois, repetiu a pergunta.
A grande maioria respondeu que sim. O mestre, então, pegou uma jarra de água, derramou no vaso, e perguntou: o vaso está cheio?
A turma finalmente chegou a um consenso. Todos responderam que sim. Então o mestre falou: Este vaso é como a nossa vida. Se eu tivesse colocado as pedras pequenas, a areia ou a água em primeiro lugar, não haveria espaço para as pedras grandes. As pedras grandes na nossa vida são: família, amigos, carreira, trabalho, lazer e saúde. É fundamental que não descuidemos delas. Não podemos perder muito tempo com coisas sem importância (as pedras pequenas), pois corremos o risco de não haver espaço para as coisas que realmente são importantes (as pedras grandes).
Para mim, foi vital entender que a carreira é importante sim, principalmente em tempos de alta rotatividade e de busca por profissionais cada vez mais qualificados. Mas ela não é tudo. Uma carreira de sucesso é sustentada por muitos pilares e, sem dúvida, família, lazer, amigos e saúde física e mental são alguns dos que têm maior importância.
Reservar um tempo para a família, programar horas de lazer ou de bate-papo com os amigos e realizar atividades físicas não podem, de maneira alguma, ser consideradas atividades que nos "roubam tempo". Às vezes, é importante uma simples parada para não fazer nada e refletir sobre a vida. A partir do momento em que conseguimos equilibrar esses aspectos, passamos a ver as coisas com mais clareza e a produzir mais e melhor.
Planejamento e organização – mais um lembrete
Também não podemos descuidar de dois princípios básicos para uma carreira de sucesso: organização e planejamento. A cada fim de ano planejo minha carreira para os 365 dias que vão começar e sempre penso nos seguintes aspectos: novos conhecimentos que desejo adquirir e aonde vou aplicá-los, provas e exames de certificação que desejo fazer, projetos que pretendo implementar na minha empresa e projetos pessoais que quero desenvolver (como escrever livros e artigos, ministrar palestras e treinamentos).
O planejamento precisa ser feito de maneira consciente. Não adianta planejar uma carga de atividades que você não vai dar conta. Também é importante ter consciência de que nem sempre as coisas saem conforme o planejado. É preciso ter criatividade e flexibilidade para contornar e solucionar imprevistos.
Melhorar a capacidade de organização e de gerenciamento do tempo, também é um aspecto importante. Muitas vezes me pegava navegando na Internet horas a fio, saltando de um portal para o outro, maravilhado com a quantidade de informações, mas não chegava a ler sequer um artigo. Na verdade, nem mesmo lembrava do assunto que me levou a acessar a Internet. É claro que a Internet é imprescindível, porém devemos saber utilizá-la a nosso favor, sem nos perdermos na imensidão de informações disponíveis.
Tomar café, assistir TV, ler um jornal a caminho do serviço, outro no avião, assinar um monte de revistas; são sintomas do que Richard Saul Wurman descreve como ansiedade de informação, em livro com este mesmo título. Segundo o autor: "informação é aquilo que reduz a incerteza, a causa profunda da ansiedade. A ansiedade da informação acontece quando você sabe o que quer, mas não sabe como chegar lá".
No começo é difícil. Diversas vezes, em meio a uma atividade de lazer, batia aquela "dor na consciência" e eu pensava que deveria estar estudando ou terminando um trabalho qualquer. Porém com o tempo, comecei a perceber a importância dessas atividades.
Posso usar o meu exemplo pessoal para mostrar o quanto é importante não descuidar das "pedras grandes" que fazem parte da nossa vida. Neste ano, consegui publicar dois livros (SQL Server 2000 Administração e Desenvolvimento – Curso Completo e ASP.NET, Uma Nova Revolução na Criação de Sites e Aplicações Web, ambos pela Axcel Books), viajei o Brasil inteiro ministrando treinamentos em diversas áreas, consegui estudar vários assuntos que julguei prioritários e fui aprovado em oito exames de certificação da Microsoft.
Ainda não "zerei" a fila de livros que tenho para ler, nem dediquei o tempo que julgo necessário para minha vida pessoal, mas confesso que já consigo passar um domingo inteiro na beira da piscina, no clube, sem ficar com a consciência pesada. Este ano também tive momentos maravilhosos com minha família e meus amigos. Sinto-me mais leve e produzindo mais do que antes; consigo valorizar coisas que antes passavam despercebidas. Até voltei a brincar com crianças, o que antes eu achava algo irritante e sem graça. O caso era realmente sério!
Pare, viva. É possível crescer profissionalmente e obter sucesso, sem se isolar do mundo, sem sentir-se sufocado, sem perder o foco no que realmente é importante e nos faz feliz. Se você, leitor, quiser trocar idéias e sugestões, ou simplesmente contar suas experiências, é só entrar em contato comigo por e-mail. Será um grande prazer conversar com você.
Referências bibliográficas
Dawson, Roger. 13 Segredos para o Sucesso Profissional. Editora Futura. Figueiredo, José Carlos. Como Anda Sua Carreira. Editora Infinito. Jensen, Bill. Simplicidade. Editora Campus. Kundtz, Dr. David. A Essencial Arte de Parar. Editora Sextante. Leby, Pierry. A Conexão Planetária. Editora 34. Minarelli, José Augusto. Empregabilidade. Editora Gente. Oliveira, Marco A. E Agora José? Editora SENAC. Peters, Tom. Série Reinventando o Trabalho. Editora Campus. Siegel, David. Futurize Sua Empresa. Editora Futura. Shinyashiki, Roberto. Você, a Alma do Negócio. Editora Gente. Sterneberg, Robert J. Inteligência Para o Sucesso Pessoal. Editora Campus. Wurman, Richard Saul. Ansiedade de Informação. Cultura Editores Associados. www.intermanagers.com.br www.rtd.com.br www.futurizanow.com www.techrepublic.com www.plenitudeonline.com.br www.tompeters.com www.cio.com.br
Alfabeto Fonético
O Alfabeto Internacional Fonético
Todos os que já tiveram a oportunidade de participar num Jamboree no Ar, certamente repararam que os radioamadores utilizam uma linguagem própria e que a certa altura começam a falar em Yankee, Zulus, Tangos, Hotel e não sei mais o quê, o que deixa geralmente quem assiste muito intrigado.
Será que estão a explicar a um Yankee que os Zulus estão a ter aulas de Tango no Hotel?
Nada disso…, para os menos esclarecidos com tão "estranha linguagem" aqui fica uma breve explicação sobre o assunto.
Embora a língua Inglesa seja a mais utilizada nas comunicações de amador, existem palavras que se tornam muito difíceis de compreender, imaginem, por exemplo, um radioamador Inglês a tentar explicar que está a transmitir de WOLVERHAMPTON ao seu colega Português.
Para facilitar a compreensão, foi criado o Alfabeto Internacional Fonético.
Fazendo corresponder a cada uma das 26 letras uma palavra universalmente conhecida por todos os radioamadores podemos transmitir qualquer mensagem, com a certeza que o nosso correspondente a recebeu corretamente.
Desta forma, soletrando pausadamente letra por letra, podemos explicar a qualquer radioamador do mundo que estamos a transmitir por exemplo desde CANTANHEDE, Charlie..Alfa..November..Tango..Alfa..November..Hotel..Echo..Delta..Echo).
O Alfabeto Internacional Fonético tem uma vasta aplicação no universo das radiocomunicações sendo também utilizado nas comunicações aeronáuticas, marítimas e militares entre outras.
| A | ALFA | AL FAH | | N | NOVEMBER | NO VEMM BER |
| B | BRAVO | BRA VO | | O | OSCAR | OSS KAR |
| C | CHARLIE | CHAR LI | | P | PAPA | PAH PAH |
| D | DELTA | DEL TAH | | Q | QUEBEC | KE BEK |
| E | ECHO | EK O | | R | ROMEO | RO MIO |
| F | FOXTROT | FOX TROTT | | S | SIERRA | SI ER RAH |
| G | GOLF | GOLF | | T | TANGO | TANG GO |
| H | HOTEL | HO TELL | | U | UNIFORM | YOU NI FORM |
| I | INDIA | IN DI AH | | V | VICTOR | VIK TOR |
| J | JULIETT | DJOU LI ETT | | W | WHISKEY | OUISS KI |
| K | KILO | KI LO | | X | X-RAY | EKSS REI |
| L | LIMA | LI MAH | | Y | YANKEE | YANG KI |
| M | MIKE | MA IK | | Z | ZOULOU | ZOU LOU |
Para todos os que são verdadeiramente "curiosos", aqui vai um pouco da história do Alfabeto Internacional Fonético.
Antes da II Guerra Mundial não existia um alfabeto fonético comum, exceto para uso militar embora cada serviço tivesse o seu, o que como se pode calcular gerava uma grande confusão. Em 1941 com a eminência da entrada dos EUA no conflito, tornou-se óbvio que era necessário encontrar um alfabeto comum, que viesse a permitir um entendimento concertado no campo de batalha.
Embora fosse grande a rivalidade entre os diversos serviços, e depois de várias tentativas sem sucesso de conciliar as idéias de todos os intervenientes, foi tomada uma decisão drástica.
Convidados os responsáveis dos vários serviços para uma reunião no MIT (Instituto de Tecnologia do Massachusetts), uma vez no local foram reunidos numa enorme sala com grandes quadros, imensos lápis, resmas de papel e um dicionário por pessoa, sendo-lhes comunicado que seriam servidas três refeições diárias e que a porta da sala estaria fechada durante os restantes períodos, bem como não seria permitida a saída de ninguém enquanto não fosse adaptado um alfabeto aceite por cada serviço!
O tempo que isto levou a resolver não temos conhecimento, no entanto esta decisão, levou ao aparecimento do Alfabeto Fonético JAN (Joint Army/Navy), com que os Estados Unidos da América entraram na IIª Guerra Mundial.
Este alfabeto embora não fosse perfeito, pois existiam de fato algumas dificuldades de compreensão de várias letras por parte de alguns Exércitos Aliados, foi sem dúvida de grande utilidade para as comunicações militares.
Depois de terminada a Guerra, houve tempo suficiente para absorver os ensinamentos adquiridos e fazer um alfabeto melhor.
No entanto nenhum teve sucesso até que entrou em campo a ICAO (Organização Internacional da Aviação Comercial), que necessitava de adaptar um alfabeto para utilização nas comunicações da emergente indústria Aeronáutica e criou o seu próprio alfabeto fonético.
O alfabeto fonético que hoje conhecemos foi adaptado pela ITU (Organização Internacional das Telecomunicações), organismo onde são elaborados os regulamentos Internacionais das Radiocomunicações.
Embora o alfabeto não seja perfeito, funciona… e constitui uma ferramenta inquestionável nas comunicações por voz, sendo utilizado nos mais variados serviços civis e militares.
Mesmo nas comunicações em FM (Freqüência Modelada) em que a qualidade do áudio é geralmente muito boa, a utilização correta do alfabeto fonético permite a detecção de qualquer erro de compreensão na transmissão de uma qualquer mensagem.